Substituto de Hernanes? São-paulino na infância, Nenê chega profetizando
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da cassino online: Ao se despedir do São Paulo, ainda na primeira semana de janeiro, Hernanes disse levar o clube em seu sangue. Nesta segunda-feira, Nenê foi apresentado, ao lado do atacante Trellez, e já avisou que não só é torcedor do Tricolor desde a infância, como o Profeta, como até arriscou profecia ao ser questionado se chegava para substituir o ídolo.
– É uma responsabilidade muito grande, ainda mais como ele atuou. Mas profetizo aqui que será ano maravilhoso e darei máximo para suprir e fazer o que sei melhor – brincou o jogador, minimizando seus 36 anos de idade – assinou com o São Paulo até o final de 2019.
– Sou experiente, pressão até me motiva mais. Estou bem fisicamente, me sinto como garoto, 36 com carcaça de 27. Fico tranquilo. Gosto de responsabilidade, sempre procuro ver do lado positivo e estou muito motivado. Penso só em ajudar e fazer o que sei melhor. Não terei problema – falou, feliz por estar no time do coração.
-É a realização de um sonho. Eu era são-paulino quando criança. Claro, você joga profissionalmente e perde isso, joga contra, mas era uma coisa que eu pensava. Estou muito feliz e motivado, que possa dar o melhor de mim para essa torcida maravilhosa e esse clube importante. Espero contribuir em campo.
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Questionado sobre seu pedido para sair do Vasco, que disputa as fases preliminares da Libertadores, Nenê lembrou de sua chegada ao clube carioca, em 2015, tentando evitar o rebaixamento do time naquele Brasileiro. Comparou com o momento atual do São Paulo, que brigou para não cair em 2017 e tenta retomar o caminho dos títulos – a última conquista foi a Copa Sul-Americana de 2012.
-Quando voltei ao Brasil, O Vasco passava por situação difícil e foi uma motivação a mais. São Paulo, mesmo fora da Libertadores, tem uma estrutura maravilhosa, te dá tranquilidade. Não ganha há muito tempo, mas isso é motivação para ajudar e fazer acontecer. Não sou salvador da pátria, mas vou tentar ajudar, e temos elenco muito bom, molecada muito boa. Ajudei bastante no outro clube nessa parte, e também posso ajudar nisso, com maturidade, dando confiança. Não terei problema. Cumpri minha missão, deixei Vasco onde merecia, na Libertadores. Aqui também tenho esse desafio de ajudar o time a voltar à Libertadores e conquistar títulos. Isso é muito importante.
Confira outros temas abordados por Nenê em sua apresentação:
Saída do Vasco
Realmente, não foi uma decisão fácil, foi minha casa por dois anos e meio. Sempre tive o carinho de todos, principalmente da torcida, com identificação muito grande. Eu me sentia em casa. mas, realmente, com o desafio e a grandeza do São Paulo, não tem muito o que pensar. É uma oportunidade muito boa. Agradeço ao Vasco por ter aberto as portas quando voltei ao Brasil, vieram com tudo, e isso mostrou o que posso ainda dar para o futebol no Brasil, porque muitos tinham me esquecido. Estou aqui e devo muito a eles. Foi uma coisa tranquila, sabíamos das dificuldades e foi bom para os dois lados. É uma felicidade grande resolver da melhor forma, sair pela poeta da frente, com apoio de todos, mesmo com tristeza e carinho dos torcedores. Saída muito boa, com respeito das duas partes. Fico muito feliz com esse desfecho. Agora, é cabeça só aqui, foco total no São Paulo.
Interesse antigo do São Paulo
É uma felicidade muito grande saber do interesse de um grande clube como o São Paulo, e não é de hoje. Isso é o reconhecimento do meu trabalho. Fico muito feliz e motivado para demonstrar meu futebol e ajudar, dando o máximo em campo.
Raí
Raí é um cara que, como já disse, é ídolo, referência. Contar com apoio dele e de toda diretoria e comissão, com confiança que demonstram em mim, elenco tem possibilidades grandes. Projeto de mais tempo do que no Vasco, o que é importante, como tranquilidade de trabalho. Tem a estrutura, do lado de casa, perto dos filhos. São coisas que foram somando e fiquei muito motivado e feliz. Falei com Raí por telefone, deu certo e esperamos ser felizes juntos.
Desempenho do São Paulo em 2018 até agora
Os times pequenos, fora do Brasileiro, geralmente começam a treinar em novembro. Acabamos temporada em dezembro e treinamos em janeiro. Fisicamente, mesmo se time menor não tem a mesma qualidade, faz com que equilibre muito. É normal por ser começo de temporada e estarmos em fase final de pré-temporada, pegando ritmo. É totalmente normal, não é preocupante.